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Seconci-SP faz alerta sobre prevenção à hipertensão arterial

23/04/2018

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Seconci-SP

Cardiologista esclarece dúvidas sobre causas, tratamento e prevenção

Cardiologista esclarece dúvidas sobre causas, tratamento e prevenção

No dia 26 de abril é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. A data tem como objetivo conscientizar a população sobre os problemas associados à hipertensão arterial que atinge cerca de 25% de brasileiros, de acordo com o Ministério da Saúde. E o Seconci-SP (Serviço Social da Construção) aproveita a ocasião para esclarecer as principais dúvidas sobre as causas, tratamento e prevenção da doença.


O cardiologista da entidade, George Maia, explica que a hipertensão arterial sistêmica ou pressão alta é um estado clínico multifatorial, determinado por elevados níveis da pressão sanguínea nas artérias de forma constante. “Os números que definem a hipertensão arterial para um adulto são: sistólica maior ou igual a 140 mmhg e/ou diastólica maior ou igual a 90mmhg”, comenta o médico.

O diagnóstico pode ser realizado por medição de pressão arterial por meio de três exames: monitorização residencial, realizada em domicílio ou durante atividades laborativas; monitorização ambulatorial, método de medição programada por meio de um aparelho; investigação laboratorial e exames de imagem, como eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico e raio-x de tórax.

A pressão arterial pode se elevar por diversas causas, principalmente, devido ao excesso de peso, sedentarismo, diabetes, dislipidemia (gordura no sangue) e alteração no funcionamento da tireoide e rins. “Outras causas, como, histórico de hipertensão na família, síndrome metabólica, faixa etária acima de 60 anos e estilo de vida pouco saudáveis aumentam a probabilidade do surgimento da doença”, enfatiza.

Para quem já é hipertenso, ou tem a tendência, algumas mudanças podem contribuir tanto para prevenir como para tratar e estabilizar a pressão arterial. “Recomenda-se a prática de atividade física regular e monitorada, abandonar o tabagismo, reduzir o consumo de bebidas alcoólicas, evitar alimentos gordurosos, não exagerar no sal, controlar o estresse psicossocial e controle de peso. Em alguns casos, o tratamento medicamentoso e a cirurgia bariátrica em indivíduos com obesidade mórbida podem ser necessários”, adverte.

A doença pode trazer complicações graves como AVC, infarto agudo do miocárdio ou arritmia cardíaca. “Diante dos riscos, no Seconci-SP realizamos o acompanhamento com os colaboradores de todas as companhias credenciadas conosco. A partir de exames, diagnosticamos e indicamos o tratamento mais adequado. Além disso, mantemos um trabalho de prevenção com aqueles que fazem parte do grupo de risco”, conclui.

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