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Dia Nacional de Combate ao Colesterol: Seconci-SP traz orientações para prevenção e tratamento

03/08/2018

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Seconci-SP

A cada 40 segundos, uma pessoa morre vítima de doença cardiovascular no Brasil. A estimativa é da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Diante deste cenário, o Serviço Social da Construção (Seconci-SP) aproveita o Dia Nacional de Combate ao Colesterol, 8 de agosto, para explicar como combater a enfermidade que é uma das principais causadoras de problemas cardiovasculares, derrames celebrais e infartos.
 
De acordo com o gerente da área de Medicina Ambulatorial da entidade, Horácio Cardoso Salles, o colesterol é um conjunto de gorduras encontradas naturalmente no corpo humano e necessário para o funcionamento do organismo. “O problema é quando há um acúmulo de colesterol na corrente sanguínea, porque pode crescer o risco de entupimento de veias e levar ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares”.
 
Existem dois tipos de colesterol presentes no sangue: HDL e LDL. O primeiro é considerado o ‘bom’ e protege o coração, pois remove as placas de gorduras das artérias. “Para aumentar a produção do HDL a pessoa precisa inserir a atividade física no dia a dia e ampliar o consumo de alimentos ricos em gorduras boas, como abacate, castanhas, amendoim e peixes”, comenta Salles.
 
Já o LDL é considerado ‘ruim’. O LDL está presente principalmente em alimentos de origem animal, como a linguiça, a salsicha, a carne vermelha, a mortadela, o bacon, o leite integral, os queijos amarelos, a gemas de ovos, o sorvete cremoso, entre outros. Quando o LDL está elevado no corpo, provoca o entupimento das veias.
 
Salles orienta consulta médica anual para o aferimento das taxas. A checagem é realizada por meio de um exame simples de sangue e o LDL não pode superar 100 mg/dl, o HDL tem que estar maior que 40 mg/dl e o colesterol total não deve ultrapassar o valor de 190 mg/dl.
 
“No Seconci-SP, quando realizamos a verificação e detectamos taxas anormais, o trabalhador é automaticamente direcionado para o tratamento, que poderá ser feito com readequação da alimentação e hábitos ou – em casos mais específicos – por medicação”, ressalta o médico.
 
Atualmente, não existe cura para o colesterol elevado e sim controle, razão pela qual é preciso que o paciente promova uma mudança de hábitos permanente para que a taxa do LDL não volte a atingir níveis indesejados. “A alteração da rotina não é uma tarefa fácil, por isso é fundamental que o paciente comece por pequenas mudanças no seu dia a dia, como a inclusão de verduras e legumes na marmita e a prática de atividade física ao longo da semana. Essas iniciativas trarão resultados no longo prazo”, sugere dr. Salles.
 
O médico comenta que não é preciso banir os alimentos de origem animal como a carne vermelha da alimentação, mas é importante reduzir o seu consumo a no máximo dois dias por semana e priorizar a ingestão de carnes magras. “O trabalhador precisa ter cuidado também com as gorduras escondidas, como em linguiça, salsicha, salgadinhos, mortadela, salame, presunto, bacon, toucinho, carnes de porco e salgados de padaria. O ideal é evitar o consumo ou diminuir a um dia por semana, principalmente durante o período de tratamento”, recomenda dr. Salles.
 
O especialista do Seconci-SP explica ainda que muitas pessoas associam o problema de colesterol descompensado às pessoas obesas, o que é um erro. Isso porque o fator genético também é um dos itens para classificar a pessoa no grupo de risco. Por esse motivo, quando o trabalhador tem histórico da doença na família, são fundamentais o exame preventivo e a manutenção de uma vida saudável.

Serviço Social da Construção Civil

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