Durante o segundo dia de evento, o assunto foi discutido em um dos painéis gerais com
representantes do Seconci Brasil, da CBIC, além de especialistas em planejamento
Um dos assuntos no segundo dia do Encontro Nacional de Seconcis (ENSE) foi o planejamento
estratégico das entidades. Para realização do painel, participaram o presidente da Associação
de Serviços Sociais da Construção (Seconci Brasil), Antônio Carlos Salgueiro; a presidente da
Comissão de Responsabilidade Social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção
(CRS/CBIC); o consultor Airton Ferreira, da Airton Ferreira Consultores; e José Vicente Cordeiro
sócio fundador da Integral Works.
O planejamento estratégico dos Seconcis é um assunto recorrente nas discussões realizadas
durante o ENSE. Para o presidente Antônio Carlos Salgueiro, “ É preciso pensar no futuro. A
gente tem que olhar o que estamos fazendo e onde queremos chegar. Se a gente deixar a vida
levar, não chegaremos a lugar nenhum ou onde a gente não quer; excepcionalmente, onde a
gente quer”, disse Salgueiro.
Outro ponto que reforça a importância do planejamento estratégico dentro dos Seconcis diz
respeito à sustentabilidade financeira das instituições e como se impor no mercado para além
da contribuição estabelecida em Convenção Coletiva. “A semente é um por cento da folha,
com o qual as empresas contribuem e os Seconcis prestam o serviço. É preciso pensar
estrategicamente e deixar claro que estamos atendendo as empresas e dando a assistência
para o trabalhador – isso dentro dos serviços e das possibilidades que temos para melhorar a
saúde, qualidade de vida no setor”, continuou Salgueiro.
Pensar parcerias estratégicas foi um dos destaques da apresentação feita pelo consultor Airton
Ferreira. De acordo com ele, esse planejamento tem que envolver todos dentro dos Seconcis,
construir parcerias vantajosas e duradouras com todas as partes interessadas. “Os Seconcis
precisam se verem como negócio. Pode não ser um mercado para dar lucro, mas não pode dar
prejuízo. Os Seconcis precisam pensar como empresas. Pensar algo a ser entregue com valor –
a quem eu entrego e que valor eles descobrem nisso”, finalizou Airton.
Por fim, José Vicente reforçou a importância de colocar valor e demonstrar isso nas ações de
planejamento para que as empresas se sintam parte desse movimento e, por conseguinte,
apoiem as ações e tornem o alcance dos Seconcis ainda maior. “Trazer valor e demonstrar isso
para as empresas para que elas possam aderir. Esse valor é referente à toda cadeia que
envolve os processos: as empresas, os trabalhadores, as equipes que atuam nos Seconcis”,
finalizou.
Fonte: Seconci Brasil




